ESPETÁCULOS

O espetáculo é mágico, é efêmero, é o momento de encontro
entre artistas e seu público. É quando o esforço, de horas de ensaio, é consagrado com o aplauso!

Nossos espetáculos são de dança e música para crianças e sempre trazem uma mensagem que toca o coração das crianças e dos que já não são mais crianças! Tais como, o mundo mágico das brincadeiras populares no Na Mancha Ninguém me Pega, ou como uma história de amor impossível pode causar um desequilíbrio ecológico no “Estações: Uma História de Amor Impossível".

 

Nossos espetáculos são também uma forma de mostrar à sociedade os talentos e a garra dos jovens do Bairro dos Coelhos.  Pois todo o burburinho, a divulgação na imprensa, nas Redes Sociais, o teatro lotado faz com que os Coelhos ganhe destaque na mídia em geral. Ter seu bairro no jornal, nos sites, na TV, nas Redes Sociais cria uma atmosfera de orgulho e de pertencimento ao local onde se vive.

Na Mancha Ninguém me Pega

Encenado pela primeira vez no ano de 2002, no Teatro Apolo, no Recife, o Na Mancha Ninguém me Pega nasceu de uma série de brincadeiras coreográficas propostas por Maria Paula Costa Rêgo. O desafio era pesquisar as brincadeiras de rua, tais como pega-pega, esconde-esconde, elástico, batatinha frita 1,2,3, corrida de sacos e transformá-las em dança.

"Na Mancha Ninguém me Pega" - chama atenção para a necessidade do brincar. O tempo que a criança precisa de ter livre, para criar e inventar. Ele é sobre a importância do brincar, do brincar com o corpo, do brincar em espaços livres, do brincar com os adultos, sem a intervenção da tecnologia ou das telas.

Estações: Uma História de Amor Impossível

 

Espetáculo baseado num amor impossível entre a primavera e o inverno que se esforçavam para se encontrar a todos custo. Mas as estações do ano são móveis e eles dois nunca conseguiam estar juntos ao mesmo tempo. Até que a primavera decide começar antes para poder encontra-se com o inverno. Esse inesperado encontro causa uma rebuliço nas estações e provoca chuvas com sol, tempestades com flores e entre outros desequilíbrios. Esses desequilíbrios só são consertados com a intervenção da mãe natureza.  Na produção desse espetáculo adolescentes da Em Cena Arte e Cidadania foram dirigidos por Fátima Guimarães e Sandra Rino numa  troca de experiência entre profissionais e aprendizes da dança.

 

"Estações: Uma História de Amor Impossível" - mostra a intensidade de um amor adolescente e como esse sentimento pode, se não bem trabalhado, trazer danos à saúde ou levar a maiores consequências, como na poesia do espetáculo que demonstra esse dano por meio do desequilíbrio ecológico.

 

 

 

 

O Quebra Nozes no Reino do Meio-Dia

O Quebra-Nozes, é um dos três ballets compostos por Piotr Ilitch Tchaikovski. Estreou em 18 de dezembro de 1892 no Teatro Mariinski, em São Petersburgo, a capital da Rússia imperial. Baseia-se na versão de Alexandre Dumas de um conto infantil de E. T. A. Hoffmann, O Quebra-Nozes e o Rei dos Camundongos.  A Coreografia Original é de Lev Ivanov cujo mestre foi o Francês, Marius Petipa.

Já no o Quebra Nozes no Reino do Meio Dia... a diretora Maria Paula Costa Rêgo começa contando a história de como o rapaz virou um Quebra Nozes sob o feitiço da Rainha Ratazana. Para, em seguida, na noite de Natal quando os irmãos Clara e Fritz, estão ansiosos para saber o que vão ganhar. O padrinho da menina, Drosselmeyer,  distribui presentes para todos, e reserva à afilhada uma dádiva especial, um quebra-nozes, que deixa a garota encantada. O boneco traja uniforme de soldado, e chama a atenção de Fritz. O menino logo arrebata o brinquedo da irmã e, desajeitado, o quebra, deixando Clara desolada. Mesmo assim seu padrinho lhe garante que tudo será resolvido. A festa chega ao final e os convidados vão para suas casas.

Clara também vai dormir, mas subitamente ela desperta e percebe que seu Quebra-Nozes encantado agora adquiriu vida própria. Mas a alegria não dura muito; de todas as partes surgem ratos terríveis, liderados pela forte Rainha Ratazana. O brinquedo animado imediatamente enfrenta este exército, defendendo a menina. Encantada com o seu brinquedo, agora em forma humana , Clara  parte ao seu lado em viagem mágica pelas quatro regiões do Reino de Pernambuco.  Pelo litoral com a ciranda, a zona da mata com o cavalo marinho, o agreste com o forró e o seco sertão com o xaxado de Lampião.

Neste reino encantado o outrora Quebra-Nozes narra suas aventuras. No final, Clara desperta e então se dá conta de que tudo não passou de um sonho. Mas os feitos extraordinários vividos nesta Noite de Natal, mesmo no universo da imaginação, permanecerão para sempre em sua memória.

"O Quebra Nozes no Reino do Meio-Dia" - nos mostra a riqueza da  cultura Pernambucana, tão rica a ponto de encontrar o conto russo "O Quebra Nozes" e fazê-lo passear pelo reino de Pernambuco.

 

 

 

Amanhã é Depois, Hoje é Brinquedo!

 

O Amanhã é Depois, Hoje é Brinquedo é sobre a capacidade das crianças de inventarem e criarem, a partir de objetos simples, coisas fantásticas. É nesse contexto infantil que caixas viram robots, nuvens viram travesseiros e patinetes viram carros super velozes.

Um garoto, mergulhador "profissional" parte, com o seu patinete supersônico, em uma viagem pela tarde. Ele vai em busca de uma menina, para dar-lhe uma rosa. No caminho várias oportunidades acontecem para que esse menino dar a Rosa à menina. Mas sempre algo impede esse encontro e essa entrega. A menina, por sua vez, caminha pela tarde e encontra suas amigas, toma banho de piscina, brinca de academia, joga jogo da velha, descansa ao relento debaixo das nuvens do entardecer. E o seu garoto ao tentar a todos custo encontrá-la, termina por se integrar ao grupo e oferecer as flores à plateia. Esse espetáculo é uma ode à mente criativa das crianças. A Direção desse espetáculo foi de Jorge de Paula e coregrafia de Mieja Chang e Valéria Medeiros.

 

Nesse espetáculo,  nós trazemos os eletrônicos e buscamos refletir sobre a quantidade de horas passadas nesses brinquedos e que há sempre espaço para o equilíbrio no uso desses equipamentos e a brincadeira com objetos que se transformam, pois: Amanhã é Depois, Hoje é Brinquedo.

 

 

 

 

 

 

 

 

Disse me Dança

 

Dirigido por Marcus Rodrigues e coreografias de Mieja Chang e Valéria Medeiros, o espetáculo Disse me dança é uma costura de obras literárias do escritor Luciano Pontes.  Ele é o prazer da leitura em forma de dança. Nós mostramos que  o ler pode ser algo dinâmico! Tiramos dos livros diálogos e momentos,  transformamos em  teatro e em sequências de movimentos para  contar a história da importância da literatura na vida de uma pessoa desde o seu nascimento até a sua velhice. 

A leitura forma imagens nas nossas cabeças . Cada um imagina à sua maneira à partir da individualização do conteúdo no texto lido. Esse processo faz parte do desenvolvimento infantil pois é o início da construção da capacidade de lidar com os pensamentos, as abstrações e as imagens mentais e perdura por toda a vida de uma pessoa.

 

 

 

 

 

Passeio pelos ciclos festivos de Pernambuco

 

É um espetáculo despretensioso que nasceu da vontade cantarmos e do nosso amor pela cultura popular. Em Pernambuco, os períodos Carnavalesco, Junino e Natalino são bem marcados pelas músicas e danças bem peculiares. No carnaval, o frevo, o maracatu, no São João, o forró, o xaxado, no Natal, o pastoril. Nesse espetáculo convidamos a platéia a fazer um passeio musical por esses ciclos.  Sob a direção de Amilca Aniceto, Ana Diniz e Mieja Chang.

Vale o registro de que esse espetáculo foi feito no ano de 2014, ano marcado pelo incêndio que destruiu as salas de aula da Em Cena Arte e Cidadania. Para nós, esse é um espetáculo que nasceu das cinzas, da perseverança e do prazer pela causa de fazer um mundo melhor por meio da arte.

Na Mancha Ninguém me Pega 2017

 

Nosso primeiro espetáculo que foi ao palco em 2002, no Teatro Apolo, ganha uma nova cara. Dessa vez com músicas de Berna Vieira que junto com Maria Paula Costa Rego, Mieja Chang e Ketully Leal entregam para o Recife uma nova versão do Na Mancha Ninguém me Pega.  Ensaiado no Salão Principal do Convento da Glória, pois nossa sede ainda estava em reconstrução por causa do incêndio de 2014, esse também é um espetáculo fruto das cinzas, da perseverança e do prazer pela causa de fazer um mundo melhor por meio da arte.

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